© Copyright Clinica Psicológica

 

Alzheimer:

Diagnosticar alguém com o Mal de Alzheimer não é tarefa fácil. É preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e frequentes, que são sintomas da doença. Não é porque a pessoa está mais velha que não vai mais se lembrar do que é importante.

O acompanhamento médico é essencial para que se identifique corretamente a existência ou não do Alzheimer. Outras doenças, como a hipertensão - que dificulta a oxigenação do cérebro -, também podem originar falta de memória e sintomas de demências. Existem também demência  provocada pelo hipotireoidismo.

(Em 2002, o Ministério da Saúde publicou a portaria que instituiu no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) o Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer.

Os medicamentos não impedem a evolução da doença, que não tem cura. Os medicamentos para a demência têm alguma utilidade no estágio inicial, podendo apenas amenizar ou retardar os efeitos do Alzheimer são elas conforme a fase da doença: calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril,entre outros;  rivastigmina (Exelon ou Prometax), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), funcionam melhor no início da doença, até a fase intermediária. Seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua progredindo. Estas drogas possuem efeitos colaterais (principalmente gástrico), que podem inviabilizar o seu uso. Somente uma parcela dos idosos melhoram efetivamente com o uso destas drogas chamadas anticolinesterásicos. Outra droga, recentemente lançada, é a memantina (Ebix ou Alois), que atua diferente dos anticolinesterásico. A memantina é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA do glutamato. É mais usado na fase intermediária para avançada do Alzheimer, melhorando, em alguns casos, a dependência do portador para tarefas do dia a dia.

Quanto mais os efeitos do Mal de Alzheimer avançam em seu corpo, mais o paciente tende a se afastar completamente do convívio social.

A Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) é formada por familiares dos pacientes e conta com a ajuda de vários profissionais, como médicos e terapeutas. A associação promove encontros para que as famílias troquem experiências e aprendam a cuidar e a entender a doença e seus efeitos na vida dos idosos. (texto síntese pesquisa internete)

#psiara.com.br